Desde que terminamos o galpão não consegui por em prática uma promessa, "atualizar o blog a cada avanço na construção". culpa minha em não conseguir gerenciar o caos de se desdobrar em dezenas de tarefas que enfrento todos os dias, confesso que acabo me esquecendo e quando vejo já é tarde e o sono bate.
Vou agora nessa publicação tentar fazer uma retrospectiva de quase tudo que ocorreu por esses dias.
O rumo a ser seguido, planos do projeto.
vista geral das mesas de trabalho improvisadas
Nossa mesa para fatiar as pranchas de cedro rosa, criação do nosso amigo Almir.
Detalhe do complexo sistema motriz da engenhoca.
Prova de fogo, fatiando uma prancha.
Pó de serra é o que não falta aqui.
EPI completo, senão o fiscal da segurança da vida dos outros reclama, não é seu Marcos Dutra.
Trabalho acabado, nossa mesa fatiadora passou no teste. Parabéns Almir pelo excelente trabalho.
meias cavernas reunidas e identificadas .
O dia foi proveitoso, cinco cavernas fatiadas.
Teste das fresas para cortar o perfil côncavo e convexo dos STRIP's, adquiridas na casa das serras, uma dica importantíssima do nosso amigo Jadyr Galera.
Ajuste da altura do corte.
Resultado satisfatório, a folga entre as peças será preenchida com massa de colagem epox.
E no início tudo era pedaços de ferro e um sonho na mente, um local para construir sonhos.
Que aos poucos foi tomando forma.
Chega de uma parte dos compensados, pedaços de três quebra cabeças chamados MAGATI, PIÁ e MEU PRINCIPE
Primeiro a tomar lugar debaixo do teto foi o PIÁ, graças a um excelente nó no cabo de aço feito por um experiente marujo que possibilitou o reboque.
Alegria de concluir o corte da caverna 0, faltando apenas o vau e a colagem do conjunto, ou seja, quase tudo rsrs.
Nosso rack de compensados feito de palet's, simples e eficiente, espero acabar logo com essa pilha de compensados.